30/09/2019

Revista Brasil Construção relata atuação da Concremat no segmento de mobilidade urbana

Os projetos dessa unidade de negócios da companhia privilegiam os transportes não motorizados e públicos coletivos e tratam de soluções com acessibilidade, segurança e dinamismo econômico, além de agir na inclusão social e preservação do meio ambiente. Os planos servem ainda como orientação para os investimentos em mobilidade urbana previstos nas cidades em curto (5 anos), médio (15 anos) e longo prazo (20 anos).

“O desenvolvimento dessa competência é uma das iniciativas da empresa nos últimos anos e abre a oportunidade de oferecermos como complemento o Estudo de Segurança Viária de várias cidades, como foi o caso de Blumenau, ou o apoio técnico na implantação de Centros de Operações”, explica o diretor de Estudos e Projetos em Logística da Concremat, Luís Coelho.

No caso de Teresina, o plano será utilizado pela Prefeitura de forma planejada para os próximos anos, com sustentabilidade para melhorar a qualidade de vida, além de permitir o desenvolvimento da cidade. Com duração de 12 meses, o estudo liderado pela Concremat, em consórcio com a Certare, inclui uma ampla pesquisa “Origem-Destino Domiciliar”, com uma média de 11.000 a 14.000 visitas a domicílios, e leva em consideração os hábitos de deslocamento e até mesmo o perfil socioeconômico dos moradores.

“Trata-se de um importante contrato para retomarmos a atuação no Piauí. Com esse plano, a Prefeitura passa a contar com um instrumento que atua como um guia, fornecendo diretrizes de desenvolvimento urbano e de transporte que traduzem as reais necessidades da população”, destaca Gustavo Dantas de Castro Lima, gerente Regional da Concremat para o Nordeste, acrescentando que o método de trabalho do consórcio prevê as melhores técnicas de engenharia.

A Concremat possui em seu portfólio os planos de Mobilidade Urbana e de Segurança Viária de Blumenau e do Ceará, por exemplo, que incluíram estudos socioeconômicos, identificação de pontos críticos, inventários físicos, análise dos sistemas de transporte, tráfego e rede viária e comunicação social.

O coordenador de contratos Carlos Henrique Pires Leandro explica que um plano de mobilidade deve fornecer à localidade um importante instrumento de internalização das diretrizes. “Nosso objetivo é moldar os anseios de melhoria da mobilidade dos municípios, de forma sustentável e com participação popular, em metas, ações estratégicas e recursos materiais e humanos”, pontua.

Fonte: revista Brasil Construção