
» Entrevista com o Professor Mauro Viegas
» Restauração e Modernização da Casa Número 1
» Gelo para evitar fissuras no concreto
» Parceria com Instituto Marquês de Salamanca
Com foco na melhoria da qualidade e ganho de agilidade nos serviços, a Concremat Engenharia reformulou sua estrutura organizacional. Uma importante mudança é o novo desenho da área ambiental, pensado de forma a atender a crescente demanda do mercado.
A área, que teve forte crescimento nos últimos anos, ganhou status de Unidade de Produção denominada Concremat Ambiental.
“A engenharia é o principal meio para pensar as demandas de desenvolvimento sustentável e transformá-las em realidade. Na vanguarda da oferta de soluções deste tipo, as Empresas Concremat disponibilizam, em suas diversas áreas de atuação, produtos eficientes e que incorporam um alto grau de comprometimento socioambiental, como a gestão ambiental integrada, o licenciamento e o monitoramento ambientais, entre outros. Dessa forma, a criação da Concremat Ambiental é uma consequência natural da evolução desse segmento”, afirma a Líder da UP, Josefina Kurtz.
Impulsionada pelos investimentos em infra-estrutura no país, alguns dos principais contratos em andamento na Concremat tem componentes ambientais em seus escopos, como o gerenciamento da integração do rio São Francisco, o gerenciamento social e supervisão das obras do Rodoanel Mário Covas eprojeto executivo das obras do Programa Prosamin - Igarapés de Manaus.
Segundo o Líder Executivo da Concremat Ambiental, João Alfredo Viegas, o crescimento da Concremat em 2009, e ao longo de quase 60 anos, reflete sua opção pelo trabalho sustentável, voltado para as necessidades do negócio, dos colaboradores e de seus clientes: “É extremamente importante repensar a forma de fazer negócios, buscar tecnologias mais limpas”, afirmou.
A Concremat foi contratada pela Petrobras para realizar os projetos de pré-detalhamento (FEED) e detalhamento (DED) das estações de compressão (ECOMP) de Juaruna e Coari (distanciadas cerca de 120 km entre si), situadas ao longo do gasoduto Urucu-Manaus. O pré-detalhamento abrange a análise de consistência do projeto básico, a execução dos serviços de campo
(levantamento topográfico e análises geotécnicas do solo) e a emissão de projeto com fins de compra e fabricação de materiais e equipamentos, servindo como base para a contratação dos trabalhos de terraplenagem, de obras civis e de montagem eletromecânica. Já o detalhamento, que está em desenvolvimento e ficará pronto em janeiro de 2010, consiste no projeto executivo que servirá de fundamento para a construção, montagem e comissionamento das ECOMPs.
O objetivo das estações de compressão é comprimir e transferir o gás natural proveniente de Urucu, para aumentar a capacidade de fornecimento e transporte do gasoduto Urucu-Manaus. O gasoduto iniciou a operação em novembro de 2009 com capacidade de 4,7 milhões de m3/dia de gás natural, posteriormente, em 2010, o volume será ampliado, com a operação das estações de compressão, para seis milhões de m3/dia. Prevê-se, ainda, futuramente, a ampliação da capacidade de transporte para até 10 milhões de m3/dia. “Inicialmente, apenas as termo-elétricas serão alimentadas. No futuro, a idéia é atender aos setores industrial, comercial e residencial da cidade de Manaus”, explica Mario Sergio Azevedo de Oliveira, Líder Executivo de Petróleo e Gás da Concremat.
DESAFIO LOGÍSTICO NO MEIO DA FLORESTA AMAZÔNICA
Mario Sergio relata também as dificuldades de logística do projeto. Juaruna, por exemplo, fica localizada no meio da floresta Amazônica, sem qualquer infraestrutura, tanto de alimentação como de hospedagem, para os cerca de 20 profissionais envolvidos na fase de serviços de campo. A solução foi alugar um barco-alojamento, já que na área da mata não pode haver qualquer construção provisória. O contrato tem duração de 22 meses e não se encerra após a conclusão do projeto de detalhamento. A Concremat realizará o acompanhamento das obras, a partir de novembro de 2009 até outubro de 2010, para garantir que as obras de construção e montagem estejam de acordo com o que foi projetado. “É importante fazer a assistência técnica e acompanhar a execução”, afirma Mario Sergio.
Criada em 1989 para atender ao aumento da demanda por serviços de sondagem, a Contemat completa 20 anos como um dos negócios de destaque das Empresas Concremat. Entre as líderes do segmento de obras de fundação e geotecnia, a empresa registrou, no primeiro semestre de 2009, um crescimento de 50% em comparação com o mesmo período do ano anterior. “Esse crescimento se deve ao desenvolvimento do próprio país, que demanda muitos serviços de fundação e geotecnia, e a nossa capacidade de nos organizar para atender a esse mercado em crescimento” , afirmou Fabio Oliveira, líder operacional da Contemat.
NOVOS CONTRATOS
Em setembro de 2009, a empresa fechou um contrato com o consórcio formado pela Libra Terminais, MultiRio e MultiCar para realizar a contenção do cais do Porto do Rio com uma obra de jet grouting, técnica de melhoria do solo por injeção. “Vamos construir uma coluna de cimento que se mistura ao solo para trabalhar como contenção”, explica Oliveira. A renovação vai permitir a dragagem do cais, passando dos atuais 11 me-tros de profundidade para 17 metros, possibilitando que navios maiores atraquem no porto. A modernização da zona portuária é uma obra importante, que apresenta alguns desafios para a Contemat. “Por conta dos navios que chegam e partem frequentemente, é preciso elaborar uma logística de movimentação de equipamentos”, diz o líder operacional. Iniciado em novembro, o jet grouting do Porto do Rio deve ser concluído em março de 2010.
Outro contrato importante iniciado também em novembro foi firmado com o 3º Batalhão de Engenharia de Construção do Exército de Pernambuco para o reforço do solo no trecho da BR 101 que liga Recife a João Pessoa. “É um trabalho diferente de jet grouting, que tem a finalidade de reforçar o aterro para melhorar o solo na estrada”, diz Oliveira.
A Concremat está à frente do projeto executivo de uma das mais importantes obras realizadas pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro nos últimos anos: a extensão da Linha 2 do metrô, que vai acabar com a transferência na Estação Estácio, permitindo a conexão direta entre a Pavuna e Botafogo. A interligação das duas linhas vai encurtar em 13 minutos a viagem até o Centro, beneficiando 250 mil passageiros.
“Estamos participando de um projeto de grande importância social, que irá interferir na qualidade de vida da população, reduzindo o tempo de viagem e oferecendo mais conforto para os usuários do metrô”, afirma Gilberto Gonçalves, diretor de projetos da Concremat.
MONITORAMENTO DO ARCO
Além do projeto executivo, a Concremat está realizando o monitoramento do arco construído sobre a Avenida Francisco Bicalho, que liga a Estação de São Cristovão até a Central do Brasil, cujo objetivo é sustentar uma ponte com 110 metros de extensão.
“É uma obra de caráter monumental. Fomos contratados para implantar um programa de instrumentação que vai permitir o monitoramento do desempenho ao longo do tempo”, explica José Eduardo Zuniga, diretor-técnico da Concremat Tecnologia.
Esse trabalho de acompanhamento é feito com tecnologia inovadora: “A instrumentação, composta por uma rede de sensores de fibra óptica, permite medir deformações, deslocamentos e acelerações que servirão para aferir o modelo numérico e determinar o fator de segurança real da estrutura”, explica Zuniga.
A Saybolt Concremat recebeu, em outubro de 2009, o selo de certificação da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis) e tornou-se a primeira empresa inspetora credenciada para análise de biodiesel no país. “Foi uma grande conquista, pois saímos na frente de todos os concorrentes”, comemora o gerente regional Eduardo Leite. O laboratório da Saybolt, inaugurado em dezembro de 2008, já é responsável pela análise de 70% do biocombustível produzido no Brasil, prestando serviços para a Petrobras e outras unidades produtoras.
A empresa sediou em outubro, pela primeira vez, o encontro da Saybolt nas Américas, que aconteceu no Rio de Janeiro. Cerca de 30 representantes vindos das Américas Central, do Sul e Norte, se reuniram para apresentar resultados e elaborar estratégias para o próximo semestre. A reunião contou também com a presença do CEO da Saybolt, Jan Heinsbroek.
Localizado na região metropolitana, o município de Cariacica está sendo cenário para um projeto inovador de gerenciamento urbano e social desenvolvido pela Concremat Engenharia. O trabalho envolve não só a fiscalização de obras, mas também a criação de uma relação direta com as comunidades nos bairros de Nova Canaã e Operário, onde vivem 2.200 famílias, muitas em situação de risco.
Desde setembro de 2009 estão em curso obras de calçamento de ruas, drenagem e instalação de redes de esgoto gerenciadas pela Concremat Engenharia. Paralela-mente, a empresa já contratou assistentes sociais para desenvolver oficinas de capacitação e conscientização da população. “O foco são a mobilização e a organização comunitária”, afirma a coordenadora técnica Madalena Nepomuceno.
O objetivo do trabalho educacional é levar informações sobre doenças, reciclagem de lixo, além de promover atividades de lazer. “Outra preocupação importante é com a ocupação e a geração de renda. Por isso, estão previstos também cursos de marketing, informática, línguas estrangeiras, técnicas de venda, construção civil, manicure, entre outros”, diz Madalena.
Moradores que vivem em locais precários – como na beira de mangues ou próximos a valões – serão remanejados, mas não sem antes serem totalmente informados sobre suas opções. “Nossa dinâmica é de interação direta com a comunidade. Nos casos de remoção, há a negociação com a família, que pode escolher ser transferida para outro local do bairro ou receber uma indenização em dinheiro”, ressalta Madalena.
A previsão é que a obra dure 24 meses. O contrato cobre as fases de pré-urbani-zação, urbanização, pós-urbanização e avaliação. “Na última fase, durante três meses serão analisados os resultados tanto do ponto de vista físico quanto do social”, conclui a coordenadora.
Edifícios “verdes” são aqueles que adotam conceitos de sustentabilidade, visando sempre melhor conforto ambiental, eficiência energética e atendimento às orientações da Certificação LEED para redução dos impactos negativos sobre a natureza. Seguindo esses preceitos, a Concremat Engenharia desenvolveu um projeto pioneiro para a nova sede do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), que será construído no centro do Rio de Janeiro. “O projeto tem como premissa os conceitos de ‘prédio verde’, porém não será certificado e não poderá ser considerado um ‘Green Building’”, explica Lydia Murad, gerente do núcleo de projetos de edificações do Rio de Janeiro.
No projeto do prédio, a preocupação com a economia de energia é grande. Por isso, o sistema de ar-condicionado será equipado com refrigerante ecológico, que permite a recirculação da água gelada, reduzindo, assim, o consumo de energia. Já os elevadores terão motores econômicos de alto desempenho. “Também haverá manutenção da entrada de luz natural através da utilização de vidros sem reflexão luminosa, não escuros, e com elevado coeficiente de sombreamento, o que vai assegurar a redução do consumo de energia”, afirma Lydia Murad. Além disso, o projeto da Concremat também inclui o isolamento acústico do prédio (será instalada uma barreira extra de vidro que vai criar um chamado “efeito chaminé”), uso de materiais recicláveis, construção de um bicicletário e de trechos de cobertura verde, bem como a implantação de um sistema de coleta seletiva de lixo. “O desafio de elaborar um projeto com conceitos de sustentabilidade é conseguir utilizar a criatividade para harmonizar a arquitetura e a engenharia com a utilização de materiais que sejam certificados”, diz Lydia.
Em abril de 2010, a construção de Brasília completa 50 anos. Fundador da Concremat, o Professor Mauro Ribeiro Viegas foi um dos pioneiros a trabalhar na cidade. Enfrentou o desafio e foi desbravar o desconhecido terreno onde seria instalada a nova Capital Federal. São muitas lembranças e histórias da época em que colocou um “laboratório dentro de um avião” e partiu para ajudar a erguer a cidade idealizada por Juscelino Kubitschek.
De que o senhor se lembra da primeira vez que chegou a Brasília?
Mauro Viegas - Eu resolvi aceitar o desafio de ir para lá e praticamente coloquei um laboratório dentro de um avião, com uma prensa, peneiras e outros materiais necessários para a pesquisa. Foi um “laboratório de emergência”. Lembro-me que, ao sair do avião, era um imenso descampado, tudo plano, sem nenhum morro.
E como foi construir o laboratório em local onde não havia nenhuma infraestrutura?
Mauro Viegas - Eu desenhei a planta. O laboratório era todo de madeira e contava com um espaço para ensaios físicos e químicos e também com um local para que o engenheiro morasse, afinal, naquela época não havia hotéis. Outra questão difícil foi encontrar um engenheiro que fosse de minha confiança e que estivesse disposto a morar e trabalhar em Brasília. Chamei um ex-aluno meu na UFRJ e pedi que ele levasse a noiva para conversar comigo também. Fiz a proposta de emprego aos dois, porque ela também deveria aceitar se mudar para Brasília. Isso acabou até apressando um pouco o casamento deles (risos).
Que lembranças o senhor guarda do trabalho naquela época em Brasília?
Mauro Viegas - Como os terrenos eram desconhecidos, uma das coisas que eu mais fiz foi testar os solos. Para isso, era preciso se pendurar dentro de um buraco e sentir se o solo estava bom e firme para receber uma fundação, por exemplo.
Eu cheguei a pegar hepatite porque não havia água limpa para todo mundo. Era uma época corrida. Como eu também era professor catedrático da UFRJ, não podia ficar o tempo todo em Brasília, então eu ia, passava dois ou três dias, e voltava para dar aula.
Por que a empreitada deu certo?
Mauro Viegas - Eu fui pioneiro. Não sabia se ia dar certo, mas isso não importava na época. É uma grande satisfação constatar que o pequeno e pioneiro laboratório que montei há 50 anos se transformou em uma importante filial das Empresas Concremat. Atualmente, por exemplo, atua na restauração da Catedral de Brasília e no Plano Diretor de Recursos Hídricos da capital.
Um endereço histórico de São Paulo vai passar por um processo de total restauração sob a coordenação da Concrejato. Trata-se da Casa Número 1, assim chamada por localizar-se na antiga rua do Carmo nº 1, um sobrado de quatro andares construído em 1871 e tombado pelo Patrimônio Histórico, que vai abrigar a Casa da Imagem, onde será exposto o acervo fotográfico do município. “A Casa fica localizada em uma quadra muito importante para a cidade, ao lado do Solar da Marquesa de Santos e do Pátio do Colégio”, diz Aparecida Soukef, gerente de obras de restauro da Concrejato.
Telhado, janelas, piso e fachada serão restaurados. Também serão construídos elevadores, um bar e banheiros. “É um projeto de restauração e modernização”, afirma a gerente. As obras começaram em junho e diversas particularidades foram encontradas no casarão ao longo do percurso. Um exemplo são as paredes de taipa, características das construções paulistas dos séculos XVI, XVII, XVIII e primeira metade do XIX e que, por essa razão, exigem uma pesquisa arqueológica.
Desde 1871, a Casa 1 já foi ocupada por residências particulares e até por uma delegacia de polícia. “A Casa da Imagem é uma destinação muito feliz para o sobrado, além de ser um contrato muito importante e desafiador para a Concrejato”, opina a gerente.
A Concrejato está atuando em uma obra importante para o sistema de transportes do Rio de Janeiro. Sob responsabilidade da empresa, foi realizada a recuperação do viaduto de acesso à Linha 2, que sai da estação de São Cristovão. “Era um viaduto antigo, que precisava ser modernizado. Já concluímos a troca de 44 aparelhos de apoio cujos neoprenes estavam velhos e danificados. Até o dia 17 de dezembro, vamos terminar o tratamento e a recuperação das placas externas e internas do viaduto”, informa Marcello Carvalho, gerente de obras da Concrejato.
A Concremat foi eleita o destaque do ano em prestação de serviços de enge-nharia no Estado de Minas Gerais, estado onde está presente há 40 anos.
A escolha foi do Instituto Mineiro de Engenharia Civil (IMEC), após pesquisa junto aos associados, elegendo as empresas que preservam o conceito de seus produtos ou serviços e mantém boas relações com o mercado, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da engenharia.
Especialista no serviço de monitoramento da temperatura do concreto usando gelo, a Concremat Tecnologia tem profissionais reconhecidos no Brasil para todas as etapas da execução do serviço. Com isso conquistou clientes como Brascan/Company (Brookfield), Método Engenharia, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão e Odebrecht, entre outros. A técnica consiste em usar gelo para substituir, total ou parcialmente, a água de amassamento, o que resfria o concreto e permite a redução de fissuras geradas pelas tensões térmicas entre o calor do cimento e o ambiente. O monitoramento da temperatura através do gelo é geralmente empregado em estruturas de concreto com formas geométricas, como em cubos, situação em que o cimento fica mais concentrado do que, por exemplo, numa laje fina.
As Empresas Concremat definiram o Instituto Marquês de Salamanca, localizado no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, como parceiro para ações sociais voltadas para a comunidade. A instituição atende famílias vindas de comunidades carentes, utilizando a educação como ferramenta de transformação social. São 85 crianças e 336 beneficiários de projetos, como oficinas de contadores de história, bordado e costura, artesanato e empreendedorismo, além de serviços de saúde e creche.
A parceria prevê desde doação de materiais de informática e de construção, assessoria técnica em projetos de moradia e a implantação de um projeto piloto de voluntariado.
Normalização, Inovação e Competitividade” foi o tema do Exponorma 2009, realizada em outubro pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em São Paulo. A Concremat Tecnologia esteve presente com um stand e também representada por Heloísa Bolorino, Diretora do Laboratório, que participou da mesa redonda com o tema “A Inovação na Metrologia”. “Para uma empresa focada em qualidade, como a Concremat Tecnologia, esse debate é muito enriquecedor”, complementa.
A implantação dos Gasodutos Japeri – Reduc (Gasjap) e Cabiúnas – Reduc-3 (Gasduc-3), no Estado do Rio de Janeiro, está colaborando para o aumento do conhecimento sobre meio ambiente de centenas de alunos de escolas dos municípios que participam do projeto da Petrobras
“A Arte de Preservar”, executado pela Concremat. O objetivo é formar agentes ambientais mirins, como sujeitos multiplicadores das práticas de conservação nas comunidades em que vivem. De abril a outubro deste ano, a iniciativa beneficiou cerca de 212 alunos no trecho do Gasjap e 606 alunos no trecho do Gasduc-3. As aulas práticas abordam temas como consumo consciente, resíduos, escassez de alimentos, recursos naturais, mudanças climáticas, biodiversidade, qualidade de vida, além de práticas coletivas e sustentáveis.
De acordo com a coordenadora pedagógica do Programa, Tereza Cristina Ribeiro, a metodologia adotada valoriza os diferentes saberes, o diálogo e incentiva o espírito investigativo. Todo o Programa foi pensado com objetivo de estimular a percepção integral do meio ambiente, visando fortalecer a ética socioambiental, o exercício da cidadania, a pluralidade e a diversidade cultural.